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LGPD

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) está prevista para entrar em vigor em maio de 2021. Ela foi criada com o objetivo de proteger a privacidade do cidadão brasileiro na internet. Dessa forma, ela determina as regras para a coleta, uso e o armazenamento das informações dos consumidores pelas empresas.

Com a popularização da internet, o compartilhamento de dados e informações aumentou. Por isso, surgiu a necessidade de uma lei que protegesse as informações dos consumidores. Nesse cenário, foi aprovada a LGPD.

O que é a LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é uma lei aprovada em 2018 pelo presidente Michel Temer. Ela determina as normas para a coleta, o uso, compartilhamento e o armazenamento de informações dos usuários pelas empresas, sejam elas públicas ou privadas.

De acordo com a LGPD, o usuário tem o direito de consultar, de graça, quais informações suas a empresa guarda, como eles são armazenados e, até mesmo, pedir que a empresa exclua seus dados do banco de dados.

A coleta de informações pode ser feita de várias formas, principalmente através de aplicativos e de formulários online. Os dados que podem ser armazenados são muitos, por exemplo:

— RG

— CPF

— Endereço

— Telefone

— E-mail

— Biometria

— PIS

— Filiação

A importância da LGPD

A LGPD não foi criada apenas para aumentar a segurança dos usuários. Também para evitar os prejuízos milionários causados pelos ataques cibernéticos. De acordo com o ITU (União Internacional de Telecomunicações), órgão da ONU (Nações Unidas), o Brasil perdeu R$ 80 Bilhões devido a ataques aos dados de empresas.

Por isso, a LGPD foi criada. Ela é baseada no Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR). Essa norma protege as informações dos cidadãos europeus. Isso porque no Brasil não existia uma lei específica que determinasse as regras sobre a segurança de dados.

Com a entrada em vigor da LGPD, é esperado que os dados dos consumidores passem a ser mais protegidos. As empresas devem ser mais transparentes com o “para que” essas informações são usadas.

LGPD e as empresas

As normas da LGPD se aplicam a todas as empresas que trabalham com o armazenamento de dados dos seus usuários/consumidores. Não importa o tamanho ou se ela é pública ou privada.

A primeira mudança para as empresas é que, agora, a lei determina que o consumidor aceite que as suas informações sejam utilizadas pela empresa. Dessa forma, as empresas precisam informar claramente para que os dados vão ser usados.

Além disso, as empresas são proibidas, por lei, de utilizar os dados para outras coisas e de armazenar informações que não possam comprovar sua utilidade. Os consumidores que se sentirem prejudicados podem processar as empresas por mal uso das suas informações.

A LGPD define multas pesadas para os negócios que descumprirem as suas normas. Por isso, as empresas fora da lei podem ser multadas em R$ 50 milhões ou em 2% do faturamento para cada infração cometida.

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Quais os riscos de não controlar a jornada de trabalho na sua empresa?

Quais os riscos de não controlar a jornada de trabalho na sua empresa?

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Cloud Server

Quais os riscos de não controlar a jornada de trabalho na sua empresa?

Uma das visões mais equivocadas que uma empresa e seus gestores podem ter é achar que quanto mais os funcionários trabalharem, em termos de tempo de jornada, melhor. A ideia de que eles produzirão muito mais e, com isso, o negócio terá maior sucesso e lucro, nem sempre é real.

E por que isso acontece? Explicaremos a seguir, mostrando alguns dos principais riscos de não controlar a jornada de trabalho em sua empresa.

Erros operacionais

Ter uma determinada quantidade de horas de trabalho por dia ou semana não é um capricho. Faz parte da consciência de que nenhum ser humano é uma máquina, sendo necessárias momentos de descanso, lazer e cuidados com a vida fora do eixo profissional.

Portanto, não controlar a jornada aumenta muito as chances de erros operacionais no funcionamento da empresa. Qualquer um que trabalhe além do que o corpo sustenta vai perder em atenção e qualidade do trabalho realizado. O negócio fica mais propenso a erros, que podem afetar o funcionamento e a operação.

 

Para além das falhas em si, isso pode impactar o produto final, seja ele qual for. Com isso, a entrega ao mercado é de menor qualidade, o que tira prestígio da empresa. Em um círculo vicioso, ter funcionários trabalhando além do tempo que deveriam podem gerar perdas, em vez de aumentar os ganhos.

Ou seja, além de uma questão de cuidado com a saúde e o bem-estar dos colaboradores, o que também é necessário, extrapolar as horas de trabalho podem ter efeito contrário do pretendido, com erros operacionais que levem à menor qualidade final.

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Questões financeiras

Além disso, é importante abordar os pontos financeiros. Mesmo que ter funcionários ultrapassando a jornada prevista possa fazer a quantidade de trabalho feita ser maior, isso também gera mais custos. E seria preciso entender até que ponto a produção em escala maior compensaria os gastos.

A começar pelas horas extras. Qualquer empresa séria e que preze pelo cumprimento das leis e dos direitos dos trabalhadores, cumprirá seu dever e pagará o equivalente ao tempo maior de trabalho. Isso gera gastos consideráveis.

Imagine que todos os funcionários fiquem por mais períodos trabalhando. Se todos receberem horas extras, o custo com salário crescerá demais, provavelmente mais do que o orçamento previsto para estes pagamentos suportava. Torna-se, até mesmo, um risco para a gestão financeira.

Isso soma-se também ao fato de que, quanto mais tempo os funcionários ficam usando a estrutura da empresa, mais custos são gerados. Pensando em negócios com sede fixa, há a questão do uso de energia dos computadores, gasto com luz, água etc. O orçamento geral é impactado, com a necessidade de pagar valores mais altos, que muitas vezes não são compensados pela produção feita nas horas a mais.

Portanto, fica claro que controlar a jornada dos funcionários é essencial, e deixar isso de lado traz riscos consideráveis para a empresa, desde as finanças até a produção em si e o bem-estar dos colaboradores.

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PABX Virtual

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PABX Virtual

PABX Virtual

O PABX Virtual é uma solução que reduz custos e torna mais eficiente a comunicação das empresas por telefone. De fácil implantação, o PABX Virtual substitui tecnologias semelhantes, otimizando a rotina dos funcionários e melhorando o atendimento aos clientes. Neste texto vamos explicar melhor como funciona e qual a importância desta tecnologia para o seu negócio. Está interessado no assunto? Acompanhe nosso artigo até o fim para saber mais!

O que é PABX Virtual?

Empresas que fazem muitas ligações, possuem vários ramais ou realizam atendimento a clientes por telefone precisam de uma solução que organize as linhas telefônicas, direcione as ligações para os diferentes ramais, faça a configuração de URA, organize as filas de atendimento telefônico e realize outros serviços. O PABX Virtual realiza todas estas funções, com a vantagem de que a sua empresa não irá precisar adquirir nenhum equipamento adicional de hardware ou qualquer outro periférico para os servidores. Como o PABX Virtual é um software que roda na nuvem, basta acessá-lo diretamente nos dispositivos e utilizálo com valores reduzidos. Um PABX tradicional exige que a empresa adquira alguns equipamentos dedicados, pois ele funciona apenas com conexões telefônicas. O PABX Virtual “empresta” a estrutura de hardware dos computadores para funcionar diretamente a partir da internet. Basta que o colaborador utilize um microfone e um fone de ouvido para conseguir fazer ou receber ligações em questões de segundos.

As vantagens e benefícios do PABX Virtual

O PABX Virtual custa bem menos do que um PABX tradicional. Além da empresa não ter que comprar nenhum equipamento adicional, ela também economiza com a conta de telefone. Isso porque neste tipo de serviço, as empresas pagam por usuário, e não por ligação recebida. Você também pode conseguir ligações com preços abaixo do mercado das operadoras utilizando tecnologia VoIP. Outras funcionalidades do PABX Virtual também fazem dele um destaque indispensável para a sua empresa promover uma comunicação eficaz entre colaboradores e também com os seus clientes. Uma delas é a possibilidade de fazer ramais em celulares. Assim, os seus funcionários têm toda a liberdade de se movimentar dentro e fora da empresa, mas ainda estarem disponíveis com um ramal totalmente funcional. Como o PABX Virtual utiliza tecnologia VoIP para realizar a comunicação, a sua empresa não tem limite para o número de ramais, podendo ativar ou desativar agentes a qualquer momento com tranquilidade, algo que não é possível no PABX tradicional, pois funciona com equipamentos físicos que precisam ser mecanicamente desconectados. É ferramenta fundamental para os call centers, uma vez que permite facilmente a gestão das filas, das respostas automáticas, dos horários de atendimento e das URAs que a sua empresa utiliza para atender clientes e direcioná-los aos ramais corretamente, agilizando o atendimento

Por fim, o PABX Virtual também grava automaticamente as ligações, promovendo mais segurança para sua empresa e para seus colaboradores, bem como gera relatórios e indicadores que ajudam o seu call center a ter mais controle sobre o desempenho dos agentes e aprimorar o atendimento da empresa

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ZENDESK E WHATSAPP

ZENDESK E WHATSAPP

No dia 10 de novembro de 2020, a Zendesk anunciou sua parceria com WhatsApp. Assim, a empresa provedora de soluções de Customer Relationship Management (CRM) poderá oferecer suporte em tempo real aos seus clientes finais. Confira os detalhes a seguir!

ZENDESK E WHATSAPP

Zendesk e WhatsApp firmam parceria que promete melhorar a experiência do cliente

A Zendesk já é mundialmente reconhecida pela Gartner como líder em Centros de Relacionamento com o Cliente. Agora, com a parceria com WhatsApp, a empresa poderá ampliar ainda mais os seus recursos de atendimento ao consumidor final.

O objetivo da integração do Zendes Support ao WhatsApp é oferecer suporte em tempo integral, permitindo que as empresas engajem os seus clientes imediatamente.

De acordo com a pesquisa realizada pela Zendesk e a Enterprise Strategy Group, as marcas que investem em canais de atendimento são as que oferecem a melhor experiência do cliente. Por isso, por meio dessa parceria, os clientes da Zendesk poderão utilizar ferramentas de API para se conectarem ao WhatsApp, Instagram e Messenger.

Como funciona a integração do WhatsApp no Zendesk Support?

Com essa nova parceria, os clientes finais poderão contatar as empresas através do WhatsApp. Então, as mensagens são transformadas em tickets no Zendesk Support, respondidas pelos agentes e enviadas ao cliente pelo aplicativo de mensagens instantâneas.

Entretanto, a ferramenta pode ser usada apenas para que o cliente entre em contato com a empresa. De acordo com as regras do WhatsApp, a instituição não pode enviar mensagens proativamente, é somente o usuário final quem pode iniciar a conversa. Além disso, não é possível fazer ou receber chamadas.

Outro ponto importante da integração do Zendesk ao WhatsApp é a regra de 24 horas. De acordo com os termos do aplicativo de mensagens instantâneas, a empresa tem até 24 horas para responder ao contato do usuário final. Caso contrário, será necessário um novo contato por parte de cliente; reiniciando o prazo para resposta.

Como a parceria entre o Zendesk Support e o WhatsApp beneficia a sua empresa?

De acordo com o último levantamento divulgado pelo WhatsApp, o aplicativo tem mais de 2 bilhões de usuários no mundo inteiro. No Brasil, a plataforma reúne mais de 120 milhões de usuários. Além disso, apenas no primeiro semestre de 2020, houve um crescimento de 50% no uso de aplicativos de mensagens.

Sem dúvida, o WhatsApp é o principal meio de comunicação móvel. Por isso, se a empresa pode estar presente nessa plataforma para atender seus clientes de forma eficaz os resultados são excelentes e tudo isso com a segurança da informação necessária. Confira alguns benefícios:

  • Promove engajamento do cliente, pois a empresa pode falar com o cliente onde ele se sente à vontade.
  • É possível automatizar as respostas instantâneas.
  • O Zendesk Support pode ser integrado a todos as plataformas de mensagem da Facebook Inc. para respondê-las de um só lugar.
  • Com os recursos do Zendesk é possível oferecer uma experiência de mensagens personalizadas.

De fato, a parceria entre a Zendesk e o WhatsApp será uma excelente ferramenta para melhorar a experiência do cliente.

Gostou de saber sobre esse novo recurso de atendimento ao cliente? Então, espalhe a novidade e marque um amigo nos comentário!

 

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DIFERENÇA ENTRE CAPEX E OPEX

DIFERENÇA ENTRE CAPEX E OPEX

É provável que já tenha ouvido falar ou lido por aí a respeito das siglas OPEX e CAPEX, considerando a popularidade que ganharam no âmbito corporativo. Em termos simples, são expressões que abrangem operações relacionadas aos custos que uma organização tem ao longo de sua trajetória.

Para saber melhor do que se tratam essas expressões, continue a leitura. Aqui apontamos não apenas o conceito de cada uma, mas também as principais diferenças entre elas. Confira!

CAPEX

A sigla CAPEX vem do inglês Capital Expenditure e, em português, significa despesas de capitais ou, como muitos conhecem, investimentos em bens de capitais. É uma expressão que abrange, assim, todos os custos relacionados à aquisição de equipamentos e instalações que buscam a melhoria de um produto, serviço ou da organização.

Aqui, podemos destacar desde o investimento em uma impressora, até na compra de um terreno para instalar um escritório da empresa. Observe que se trata, portanto, de OPEX.

OPEX, por sua vez, vem do inglês Operational Expenditure e, ao contrário da modalidade anterior, o foco está nas despesas operacionais e nos investimentos feitos a título de manutenção dos equipamentos.

Com outras palavras, o foco da OPEX são os gastos realizados cotidianamente, como despesas com combustível, manutenção de equipamentos, funcionários e serviços terceirizados, por exemplo.

Principais diferenças entre OPEX e CAPEX

Agora que você conhece o conceito de OPEX e CAPEX, fica mais fácil visualizar as principais diferenças entre eles. Para que entenda melhor, não restando dúvidas, apresentamos, a seguir, as principais:

– Geralmente, CAPEX envolve custos fixos e que têm um impacto financeiro imediato em uma empresa, como, por exemplo, a compra de novas máquinas para potencializar o setor produtivo. Aliás, envolve qualquer custo que objetivo aumentar a soma de capital de uma empresa, como aquisições diversas, a exemplo de impressora, mobília, etc.;

– OPEX, por sua vez, como destacamos, envolve custos que tenham relação com a manutenção daquilo que foi adquirido, seja a título de bens materiais ou de recursos humanos. Uma impressora, por exemplo, precisa de manutenção para que funcione adequadamente.

– Uma outra característica em relação ao OPEX é que, ao contrário do CAPEX, as despesas são variáveis, ou seja, dependem diretamente do valor de reparo de determinado item, bem como da folha de pagamento, que pode variar segundo vantagens como bonificação, premiação, comissão, etc.

Por exemplo, em um mês, a folha de pagamento pode ser no valor de R$ 20 mil, mas no mês posterior, tal valor pode chegar a R$ 30 mil, somando as despesas variáveis. No entanto, a compra de novas máquinas é um valor fixo.

Como vimos, OPEX não se confunde com COPEX, pois cada um, além do conceito, possui características distintas. Agora que sabe disso, por que não aproveita o momento para compartilhar este conteúdo com seus amigos?

Você pode tomar duas decisões em relação ao assunto que leu. A primeira é compartilhar esse conteúdo com seus amigos nas redes sociais ou, simplesmente, marcá-los (segunda decisão) aqui, para que possam lê-lo e, assim, ficarem atualizados com informações de qualidade. Aproveite!

Tecnologias de Informação não param de surgir a todo o momento, seguindo as tendências de modelos de negócio cada vez mais ágeis. Sem dúvida, o cloud computing é um avanço revolucionário dessa indústria.

Esse modelo que promete entregar serviços de TI com as mesmas funcionalidades ou até mesmo novas funcionalidades e soluções já existentes a um custo inicial bem mais baixo permite que empresas implementem serviços tecnologicamente avançados mesmo com as limitações de seus orçamentos.

No cloud computing, a plataforma é fornecida ao cliente como um serviço, trazendo questões tanto do ponto de vista do consumidor quanto do fornecedor.

Por um lado, empresas que contratem o serviço podem reduzir custos com TI, podendo aplicar o orçamento em outras necessidades. Por outro, os fornecedores de cloud computing precisam disponibilizar aos seus clientes novos softwares e alternativas de entrega.

Neste artigo, falaremos sobre os diferentes modelos de serviços cloud computing (a href=”http://www.scielo.mec.pt/pdf/rist/n18/n18a04.pdf”>IaaS, PaaS e SaaS), apontando suas vantagens e desvantagens. Continue lendo para saber mais.

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IaaS, PaaS e SaaS: o que é cada um e quais suas vantagens e desvantagens

IaaS, PaaS e SaaS: o que é cada um e quais suas vantagens e desvantagens

IaaS, PaaS e SaaS: o que é cada um e quais suas vantagens e desvantagens

1) IaaS: Infraestrutura como serviço

O modelo de infraestrutura como serviço disponibiliza a potencialidade computacional e a capacidade de armazenamento necessárias para que o cliente utilize seus programas e arquivos. O tamanho dessa infraestrutura pode ser aumentado ou diminuído mediante as necessidades.

Dentre vantagens que podemos apontar para IaaS, temos que ela não demanda espaço físico, poupa o cliente de precisar pagar pela manutenção de equipamentos e pode ter o tamanho adaptado conforme a necessidade. Outra vantagem relevante é a segurança dos dados.

Por outro lado, é necessária uma boa conexão de internet e, em caso de flutuações na rede, o trabalho para. No caso da nuvem pública, também é possível ter uma queda no desempenho, pois o servidor está atendendo a diversos inquilinos ao mesmo tempo.

2) SaaS: software como serviço

Esse é o modelo mais conhecido e utilizado. No SaaS, as aplicações funcionam diretamente na nuvem, sem necessidade de instalação no computador. Alguns exemplos são softwares de texto, apresentações ou planilhas.

Como vantagem, o SaaS pode ser acessado de qualquer computador com acesso à internet e facilitam trabalho conjunto em um mesmo arquivo. Porém, a desvantagem é que essas aplicações podem não atender à demanda de uma empresa.

3) PaaS: plataforma como serviço

Nesse modelo, o fornecedor disponibiliza ao cliente uma plataforma que permite que suas aplicações funcionem. Costuma ser a solução para empresas que precisam subscrever serviços imediatamente a um custo baixo.

Por vantagem, podemos apontar a possibilidade de criar aplicações a baixo custo, independente de se privada ou não. Porém, como desvantagem, os clientes estão limitados pela linguagem e pelas ferramentas que são oferecidas na plataforma e, quando uma aplicação é criada num software, não pode ser movida para outro.

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Quem somos

A 3 UP FULL TECH tem por objetivo levar soluções verticalizadas para seus clientes e parceiros. Possuímos profissionais treinados e qualificados nas áreas de Marketing, desenvolvimento e software house e segurança da informação.

Com foco em Infraestrutura de rede, Soluções em Nuvem e Segurança, ao longo dos anos conquistamos a confiança de parceiros como Dell, Microsoft, Fortinet dentre outros.

São diversas soluções em tecnologia de informação: nosso serviço de Cloud Server possui VPS e Servidores dedicados de alta performance, com disponibilidade de 99,98% ao ano, com Data Center no Brasil e no Canadá. Acesse nosso site para saber mais.

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E, diante da nova Lei Geral de Proteção dos Dados (a tão falada LGPD), que traz a possibilidade de responsabilização às empresas que deixem informações de seus clientes vazarem por quaisquer meios, inclusive invasões de hackers, investir em soluções de proteção é mais importante do que nunca. Neste contexto, o emprego de um firewall é a melhor solução para controlar os acessos às máquinas e servidores a partir de qualquer rede, seja a intranet da organização ou a Internet.

No entanto, no momento da escolha da melhor solução em Firewall para a sua empresa, muitos gestores têm a dúvida: qual a melhor opção, um Firewall Corporativo ou um Firewall Open Source? Para ajudar você a responder esta questão, elaboramos este artigo especialmente sobre o tema. Continue aqui e descubra qual a diferença entre Firewall Corporativo e Open Source!

Qual a diferença do Firewall Corporativo para o Open Source?

A diferença mais básica entre o Corporativo e o Open Source é que o primeiro tem licença e código fechados, enquanto no segundo tanto a licença quanto o código são abertos. Dessa maneira, o firewall Corporativo tende a ser mais caro e não permite ao usuário realizar alterações.

Por outro lado, o Firewall Open Source apresenta um custo muito menor, podendo até ser gratuito, e permite aos usuários realizar modificações em seu código e, portanto, em suas funções.

Compreenda o escopo da segurança oferecida por cada solução

Em primeiro lugar, antes de escolher entre o Firewall Corporativo e o Open Source, você precisa analisar quais as especificações e o nível de segurança que cada aplicação oferece para o seu negócio. Para selecionar a melhor solução para a sua empresa, é preciso analisar quais os requisitos específicos da organização e como cada firewall pode atendê-los.

Por exemplo, uma empresa que tem diversas filiais e opera com múltiplos dispositivos conectados à rede necessita de uma solução mais robusta do que uma pequena empresa, com poucos funcionários e equipamentos. Neste contexto, geralmente quanto maiores forem as operações de um negócio, mais recomendado é investir em um Firewall Corporativo. Mas isso não significa que o tamanho da empresa seja o principal critério na seleção do Firewall.

Veja a seguir o porquê.

Suporte ao usuário e implementação

No Firewall Open Source, não há suporte ao usuário. Além disso, estes sistemas geralmente são menos intuitivos e mais complexos de se implementar, requerendo pessoal treinado para configurá-lo.

Por outro lado, o Firewall Corporativo oferece suporte da empresa fornecedora, auxiliando o usuário com quaisquer dificuldades. Além disso, o próprio fornecedor realiza toda a sua configuração, garantindo a melhor performance para o cliente.

Funcionalidades

Por um lado, o Firewall Open Source agrega flexibilidade às empresas, que podem fazer alterações em seu código para criar e adaptar funcionalidades. No entanto, isso demanda pessoal qualificado e tempo para realizar tais alterações.

Já no Firewall Corporativo, geralmente existem mais funcionalidades, como recursos para aumentar a privacidade, serviços de monitoramento de tráfego, identificação dos vírus e malwares, além de redes privadas virtuais (VPN), geração de chaves RSA etc. No Firewall Corporativo você também sabe exatamente por quanto tempo receberá atualizações, enquanto no modelo Open Source não há garantias.

Estas são as diferenças gerais entre o Firewall Corporativo e o Open Source, contudo, diferentes produtos podem apresentar recursos e condições distintas. Assim, é preciso avaliar cada solução para descobrir qual é a melhor para o seu negócio.

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O que é a LGPD?
A LGPD chegou para complementar o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) e preza pela
privacidade dos consumidores. A norma visa à alteração da forma como empresas coletam, armazenam, tratam e compartilham os dados obtidos.


A ideia é tornar ainda mais seguro o padrão de proteção, além de aplicar penalidades mais rígidas para quem negligencia as informações pessoais de clientes e funcionários.

A nova lei em vigor impõe pilares para as empresas que lidam com dados. Entre eles estão a finalidade, a adequação, a necessidade e a transparência. Dessa forma, o mindset de muitas organizações terá que mudar. Não será mais possível, por exemplo, reunir muitas informações,
sem um objetivo definido e transparente por trás.

A partir de agosto, a coleta de dados se baseia apenas ao que é útil para o modelo de negócio.
O que muda dentro das empresas?
É praticamente impossível ver uma empresa que não colete dados de seus consumidores atualmente.

A justificativa é simples: eles servem como base para a criação de estratégias mais eficientes, ou seja, mais lucratividade, no final.
Contudo, as táticas de proteção eram muito falhas e as notícias de vazamento só aumentavam.

A LGPD propõe às empresas alguns princípios básicos de segurança, como confiança, integridade e disponibilidade, a fim de evitar a volta desse cenário.
Assim, as companhias só poderão coletar dados (com autorização do titular) e ainda deve comprovar que o ato será útil para o consumidor, posteriormente.

A Lei Geral de Proteção de Dados também trouxe mais autonomia para os consumidores. Agora, é direito de cada um deles retificar, cancelar ou pedir para excluir suas informações dos bancos de
dados empresariais. Logo, eles têm mais controle sobre suas próprias informações. Isso torna mais fácil identificar e punir aqueles que não cumprem a lei.
Quais são as consequências do não cumprimento da lei?
Por falar em não cumprimento de uma norma em vigor, empresas que negligenciarem as demandas impostas pela LGPD sofrerão algumas penalidades.

A lei prevê punição em casos específicos e as consequências variam entre as mais leves e as mais
complexas.

Confira quais são as mais prováveis:


1) Advertência às empresas (essa estratégia visa também a educar gestores e funcionários sobre a
legislação);
2) Pagamento de multa (a quantia devida pode variar de acordo com a infração);
3) Multas frequentes (pode ser diária, por exemplo. O intuito é impedir a continuação do crime
cometido);
4) Interrupção de atividades (aquelas que usam dados pessoais).
Para evitar as consequências do não cumprimento à lei, gestores e empresários devem se organizar e garantir um sistema moderno e inteligente dentro do negócio.

 

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